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Diogo Limão

Coaching & Recursos Humanos

Espaço RH: Criar oportunidades online em 2 minutos

Espaço RH - Oportunidades online 2 min.png

 

O título pode parecer sensacionalista mas nele trago uma dica que eu considero importante. Falo hoje sobre como devemos manter acesas as nossas normas de cortesia conversacional online  -- tal como fariamos pessoalmente -- e porque vejo nelas uma vantagem que poderá abrir (ou não fechar) portas no futuro.

 

Em qualquer rede social/profissional que seja utilizada para fins profissionais e de promoção da marca pessoal, a pessoa que a promove deve escolher os conteúdos mais apropriados para alcançar os objetivos a que se propõe e a medir a forma como o faz. Nesse seguimento, podemos evocar uma máxima muito difundida no meio empresarial. Seria qualquer coisa como:

 

Demora muito tempo até se conseguir criar uma marca forte e credível. Contudo, é preciso apenas segundos para a manchar e deitar por terra aquilo que se construiu.

 

A razão de ser deste pensamento vir destacado exatamente neste ponto do texto está relacionado com o facto de todo e qualquer texto/conteúdo/interação com terceiros é parte integrante (ou deve-lo-á ser...) de uma estratégia de personal branding. O objetivo subjacente deverá ser o de uma promoção para a notoriedade. Há uma página online onde este aspeto é de fundamental importância... Exato: estou mesmo a pensar no LinkedIn. Mas já vamos a esse tópico mais a diante.

 

Uma marca pessoal tem grandes semelhanças com uma marca comercial de um qualquer produto que tenha por hábito comprar no supermercado. É intangível; deverá ser poderosa o suficiente para entregar a mensagem subliminar aos seus stakeholders -- por exemplo integridade, confiança, expertise, etc. --, poderá transmitir valores da pessoa que a criou.

Para além disso, acredito que uma marca pessoal, num contexto online, deverá ser fiel ao que a pessoa é na realidade e não levar os outros a acreditar que irão trocar "gato por lebre" quando estes tiverem a oportunidade de o encontrar pessoalmente, logo, deverá ser coerente com quem é; Nessa linha de pensamento, deverá seguir algumas regras de como quer que os outros o vejam (regras que podem não estar escritas, mas que estejam bem impressas na sua personalidade e forma de estar online). Não nos podemos esquecer que, pela intangibilidade da marca pessoal, as pessoas que contactam consigo irão criar uma imagem sua, baseada nas perceções que constroem a seu respeito.

 

Algo que gostava de deixar escrito, como forma de dica, é que considero bastante positivo ser-se cordial e atencioso nos contactos que estabelecemos no LinkedIn -- principalmente entre pessoas que estão inseridas no mesmo meio profissional. Não nos rouba tanto tempo assim (quem sabe apenas 2 minutos) escrever algumas palavras de agradecimento, por exemplo, depois de aceitar um convite de contacto. Eu vejo a questão pelo meu ponto de vista, é claro. A minha visão é que não iriei querer que, se não conheço pessoalmente a pessoa que me envia um pedido contacto (por mais standardizado que ele seja), a última impressão que essa pessoa guarda a meu respeito é a de alguém pouco interessado e fechado para oportunidades futuras. Garantindo uma resposta estou a responsabilizar-me pela minha imagem e dou, talvez, algumas pistas insconscientes, à outra pessoa, para que crie uma perceção mais aproximada da minha realidade. Nesta minha visão, acredito, também, que num momento de networking, por exemplo, irá ser mais fácil criar alguma empatia instantânea. Por mais que não seja porque o seu novo contacto teve uns segundos adicionais a tomar-lhe atenção online, comparativamente aos demais.

 

Pois isto, acredito, podemos criar oportunidades online em 2 minutos!

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